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quarta-feira, 13 de abril de 2011

seara gospel

a Web Rádio Seara Gospel,esta cumprindo o seu papel de evangelizar, trazendo musicas e mensagens enquanto se prepara pra transmitir a programação ao vivo.
em www.searagospel.com

sábado, 8 de janeiro de 2011

Jorge Salles fala sobre O martírio de Policarpo

A carroça atirada por cavalos rodava pelas ruas empedradas da antiga cidade de Esmirna. O prisioneiro podia ouvir os gritos do gentio enlouquecido dentro da areia romana. Os cachorros da rua seguiam à carroça, ladrando loucamente. Meninos curiosos, com olhos cheios de emoção, corriam-se a um lado para dar-lhe passo. E caras sem número se assomavam curiosas às janelas. Detendo-se afora dos altos muros da areia, o guarda sacou ao prisioneiro da carroça como se fosse um vulto de lixo. Não lhe importou que as pernas do prisioneiro ficassem lesadas. Já faz semanas que o povo fazia questão de que este homem fora preso e executado. Mas não tinha aparência de malfeitor este ancião delicado, com cara enrugada. Seu cabelo e barba eram brancos, como as nuvens no céu mediterrâneo aquela tarde. O prisioneiro entrou na areia, coxeando. E as novas correram de uma pessoa a outra que este era Policarpo, o criminoso vil cuja morte tinham vindo ver.

Seu delito, qual era?

Era o líder naquela cidade de uma seita supersticiosa, a seita conhecida pelo nome cristão. O ancião, guiado por soldados, acercou-se ao procônsul romano, enquanto o gentio gritava sua aprovação. Queriam ver sangue esta tarde. Mas a cara do procônsul se ruborizo. Era este o criminoso perigoso a quem queriam dar morte?

O procônsul se inclinou para adiante e falou baixinho ao ancião prisioneiro. —O governo romano não quer perseguir aos anciãos. Só jura pela divindade de César e te porei em liberdade. —Isto não posso fazer.—Então só grita: “Abaixo com os ateus”, e bastará. (Já que os cristãos não tinham nem deuses nem templos, muitos criam que eram ateus.) Com grande acalma o prisioneiro deu a volta e assinalou para o gentio que gritava por sua morte. Então, olhando para o céu, gritou a toda voz: —¡Abaixo com os ateus!

O procônsul ficou desconcertado ao ver a resposta do prisioneiro. Este tinha feito o que se lhe mandou, mas não da maneira esperada. Não satisfaria ao gentio louco que seguia gritando por sua morte. O procônsul queria pôr em liberdade a este ancião, mas tinha que aplacar a gente. —¡Amaldiçoa a Jesus cristo! —ordenou.

Por uns momentos Policarpo olhou fixamente ao rosto severo do procônsul. Depois falou com acalma: - Por oitenta e seis anos servi a Jesus, e ele nunca me fez mal algum. Como, pois, poderei amaldiçoar o meu Rei e Salvador?

Entretanto, a multidão se impacientava mais. Queriam sangue, e o procônsul o sabia. Tinha que fazer algo. —Jura pela divindade de César —lhe instou outra vez.Mas o prisioneiro contestou sem demorar:—Já que você aparenta não saber quem sou, permita-me ajudar-lhe. Digo sem vergonha que sou um cristão. Se você deseja saber que crêem os cristãos, assinale uma hora, e eu com gosto se o direi.

O procônsul se agitou. —Não me tens que persuadir a mim. Persuade a eles-disse, assinalando para a multidão impaciente. Policarpo deu uma olhada ao tumulto que enchia a areia.

Tinham vindo para ver a diversão de sangue. Isso queriam nada menos. —Não baratearei os ensinos de Jesus ante tais pessoas.Agora o procônsul se enojou.—Não sabes que tenho a meu poder os animais ferozes? ¡Os soltarei de imediato se tu não te arrependas destas necedades!—Muito bem. Solte-os replicou Policarpo, sem medo—. Quem ouviu jamais de do que uma pessoa se arrependesse do bom para andar em atrás do mau?O procônsul costumava vencer ainda aos criminosos mais fortes com suas ameaças, mas este ancião mais bem o vencia a ele. Sua cólera montava. —Bem, se os leões não te dão medo, ouve-me. ¡Te queimarei vivo se não amaldiçoas a Jesus Cristo agora mesmo!Cheio do Espírito Santo, Policarpo contestou com gozo e valor: - Me ameaça você com um fogo que se apaga depois de uma hora. Não sabe que virá um fogo eterno, o fogo de juízo reservado para os ímpios? Por que esperar mais? Faça comigo o que vai fazer.

O procônsul não tinha querido que saísse desta maneira. O tinha querido conquistar a esta velha. Tinha esperado ver-lhe de joelhos rogando por misericórdia. Mas o prisioneiro… o ancião… tinha conquistado ao procônsul. E este se recostou em sua cadeira elegante, humilhado e enfurecido.

Mandou heraldos a diferentes lugares na vasta areia para anunciar o que Policarpo tinha dito. Quando se anunciou o último desafio de Policarpo, uma onda de fúria correu pela multidão ¡Isto fariam! O que eles tinham querido desde o princípio. Com gritos agudos, saltaram de suas cadeiras e correram pelos corredores Lançaram-se para as portas que davam às ruas Correndo loucamente, procuraram lenha onde quer. Saquearam as lojas. Entraram até nos banhos públicos e roubaram a lenha de ali. E se apressaram para voltar à areia, carregados com lenha para prender o fogo. Amontoaram a lenha ao redor da pira preparada, à qual os soldados já fincavam as mãos e as pernas de Policarpo.

Mas ele falou com confiança aos soldados: - Deixem-me bem como estou. O que me fortalece contra o fogo me ajudará a permanecer nele sem que me assegurem. Depois de permitir que Policarpo orasse, os soldados prenderam o fogo.1.

Ao queimar a Policarpo, o povo de Esmirna cria que oporiam no esquecimento e que a desprezada seita dos cristãos se acabaria. Como o procônsul que tinha esperado intimidar a Policarpo, assim cria o povo que os cristãos se intimidariam e esqueceriam sua fé. ¡Que engano! Resultou tudo o contrário. Em vez de intimidar-se pela morte de Policarpo, seu líder, os cristãos cobraram mais ânimo. E seu número aumentou. Paradoxalmente, o que os romanos não podiam fazer, a igreja mesma depois fez. Hoje em dia, o nome de Policarpo descansa no esquecimento, e o cristianismo daquele então não existe.

sábado, 12 de junho de 2010

os falsos profetas modernos

Os falsos profetas modernos


Os falsos profetas modernos
I- Descompromisso MoralII- Deus cambistaIII- Fé Cega
I- Os Vendilhões do Templo"Está escrito: A minha casa será chamada casa de oração. Porém, vós a tendes transformado em covil de ladrões" (Mateus, XXI; 12 e 13).
II- "Desafio" a Deus"Ai de vós, condutores de cegos, pois que dizeis: Qualquer que jurar pelo templo, nada é; mas o que jurar pelo ouro do templo, ou pela oferta, este faz certo. Insensatos e cegos! Pois qual é maior: a oferta, o ouro, ou o templo de Deus?" (Mateus, XXIII; 16).
III- "Hipócritas! Devorais as casas das viúvas, sob pretexto de prolongadas orações; por isso sofrereis mais rigoroso juízo"(Mateus, XXIII; 1 a 22)
"Deus não vende os benefícios que concede...não subordina a uma soma de dinheiro um ato de clemência, de bondade, de justiça de sua misericórdia. Se achamos imoral pagarmos para termos a proteção de um poderoso da Terra, seria correto pagarmos pela misericordia do Criador"

Devemos conscientizar o povo de que existem pessoas que se dizem religiosas, porém seus atos demonstram o contrário.Jesus fala deles em várias partes dos Evangelhos, colocando-os como "lobos em pele de cordeiro".Podemos ver nas TVs, jornais e rádios uma série de pseudo-profetas, que falam em nome de Deus, mas colocam como se as graças do alto pudessem ser alcançadas através do dinheiro. Usam de suas igrejas para iludir a boa fé dos ignorantes sobre os ensinamentos cristãos.Falam do evangelho, exaltam a Jesus, contudo ligam suas orações à troca com Deus, onde quem der mais poderá ter mais benefícios. São os modernos vendedores de indulgências.
bII- "Desafio" a Deus
"Ai de vós, condutores de cegos, pois que dizeis: Qualquer que jurar pelo templo, nada é; mas o que jurar pelo ouro do templo, ou pela oferta, este faz certo. Insensatos e cegos! Pois qual é maior: a oferta, o ouro, ou o templo de Deus?" (Mateus, XXIII; 16).
Nesta outra passagem, compare-a às imagens que todos vimos pela TV, onde pastores, em cultos realizados nos estádios do Maracanã e do Morumbi carregavam sacos de dinheiro doado pelos fiéis, iludidos que o juramento, o testemunho embasado na oferta teria mais validade para o Pai.E mais, o que se vê nos cultos televisivos, onde os pastores conclamam seus seguidores a "desafiar a Deus". Citam o Velho Testamento, das Escrituras, onde Josué, um dos líderes do povo Hebreu, desafiou a Deus para conseguir seus intentos.Para os falsos profetas da modernidade, desafiar a Deus é dar uma quantia em dinheiro, desde que Deus lhe dê em dobro. Ou seja: ludibriam ao fiel, afirmando-lhe que se ele der seus bens, Deus tem a obrigação de lhe retribuir em dobro. O Pai não tem obrigação nenhuma para conosco. Ele derixou sua palavra e nos deu o livre arbítrio, e cabe a nós respeitár para termos uma vida próspera e com paz. Deus escuta nossos pedidos, mas Jesus alerta que temos que merecer a ajuda do Alto. E dar dinheiro à igreja ou ao templo não nos isenta de nossas responsabilidade morais, de melhoria íntima e para com o próximo.
III- "Hipócritas! Devorais as casas das viúvas, sob pretexto de prolongadas orações; por isso sofrereis mais rigoroso juízo"(Mateus, XXIII; 1 a 22)
Quando estas atitudes de enganação são feitas por pessoas que têm conhecimento das coisas de Deus, seus julgamentos serão piores. Quando o homem tem a oportunidade de conhecer o Evangelho, e ao invés de fazer bom uso deste entendimento em benefício do próximo apenas tira proveito para si próprio, esse com certeza sofrerá as conseqüências.Lembre-se o Senhor Jesus, que diz: "Se alguém enganar um desses pequeninos (pessoas que não tem conhecimento), melhor seria que se amarrasse um pedra no pescoço e se atirasse no fundo do mar". Daí, dá para se ter uma idéia da responsabilidade de quem fala em nome de Deus.
Irmão vamos orar, Jejuar e buscar a Deus em espirito e verdade e sempre pedir ao Nosso Senhor Jesus Cristo que não permita sermos enganados, que nos revele a sua mensagem pois buscamos de Coração e Deus capacita os seus escolhidos.
fiquem com Deus e na paz do Senhor Jesus Cristo Amem.