Caros Irmãos, Porque Batizar em Nome de Jesus, Vejam o que Pedro disse:
Atos 2:38
E disse-lhes Pedro: Arrependei-vos, e cada um de vós seja batizado em nome de Jesus Cristo, para perdão dos pecados; e recebereis o dom do Espírito Santo;
Atos 2:41
De sorte que foram batizados os que de bom grado receberam a sua palavra; e naquele dia agregaram-se quase três mil almas.
Vejam Os Batizmos feitos no dia de pentecostes foram em Nome de Jesus, mas em Mateus 28:18-19
E, chegando-se Jesus, falou-lhes, dizendo: É-me dado todo o poder no céu e na terra.
Portanto ide, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo;
Vejam que interessante, Jesus disse estas poalavras aos apostolos e eles sairam praticando, podemos ver isto em todas as passagens que se refere ao batismo, então os apostolos eram escolhidos de Deus e sabios receberam de Jesus os ensinamentos, por isso entenderam que Jesus pediu o Nome er pra batizar teriam que falar o Nome De Deus pois Pai não é nome e sim titulo,
Mas porque em nome de Jesus, vemos em
João:
1-No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus.
2-Ele estava no princípio com Deus.
3-Todas as coisas foram feitas por ele, e sem ele nada do que foi feito se fez.4-Nele estava a vida, e a vida era a luz dos homens.
5-E a luz resplandece nas trevas, e as trevas não a compreenderam.
6-Houve um homem enviado de Deus, cujo nome era João.
7-Este veio para testemunho, para que testificasse da luz, para que todos cressem por ele.
8-Não era ele a luz, mas para que testificasse da luz.
9-Ali estava a luz verdadeira, que ilumina a todo o homem que vem ao mundo.
10-Estava no mundo, e o mundo foi feito por ele, e o mundo não o conheceu.
11-Veio para o que era seu, e os seus não o receberam.
12-Mas, a todos quantos o receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus, aos que crêem no seu nome;
13-Os quais não nasceram do sangue, nem da vontade da carne, nem da vontade do homem, mas de Deus.
14-E o Verbo se fez carne, e habitou entre nós, e vimos a sua glória, como a glória do unigênito do Pai, cheio de graça e de verdade.
Leia com atenção os versos 1,2,3 e 14.
O verbo era deus estava com Deus e o verbo se fez Carne e habitou entre nós
Quem habitou entre nós Jesus.
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quinta-feira, 4 de novembro de 2010
JORGE SALLES, e o Nome de Jesus.
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domingo, 10 de outubro de 2010
Religiosos, mas desinformados
Limitado conhecimento sobre seus próprios credos e os de outros povos pode estar por trás de conflitos e xenofobia
Os 15 livros de religião mais vendidos em uma das maiores livrarias de Curitiba, quatro são norte-americanos. Muitas músicas, métodos de ensino e missionários que servem ao público cristão brasileiro também vêm dos EUA. Mas se há algo que os líderes eclesiásticos do país não querem copiar dos “gringos” é o nível de conhecimento dos fiéis.
Pesquisa do Pew Research Center divulgada nesta semana mostra que, apesar de os vizinhos do norte serem um dos povos desenvolvidos mais religiosos – 58% dos norte-americanos dizem que a religião é muito importante, contra 19% dos ingleses – muitos são desinformados sobre princípios, práticas, história e nomes de líderes da sua fé.
Saiba mais
Veja infográfico sobre nível de informação dos norte-americanosUma das descobertas mais impressionantes foi a de que 41% dos católicos entrevistados acreditam que a eucaristia é apenas um símbolo do corpo de Cristo, enquanto a doutrina da Igreja diz que a hóstia consagrada se transforma nele.
Entre entrevistados de todos os credos perguntados no primeiro semestre deste ano pelo Pew Center, apenas 16% apontaram o protestantismo como o ramo cristão que prega a salvação apenas pela fé. E nem a metade dos próprios protestantes (47%) identifica Martinho Lutero como o religioso que mais influenciou a Reforma – e isso numa pergunta de múltipla escolha.
Qual a finalidade de saber o tamanho do desconhecimento dos fiéis? “A religião é um dos fatores que moldam não só a cultura, mas também a política e as relações internacionais americanas, e por isso queríamos saber o que as pessoas realmente sabem sobre o tema”, disse à Gazeta do Povo Greg Smith, um dos responsáveis pela pesquisa.
Ele diz não ter conversado com líderes religiosos após a divulgação do estudo, mas acredita que devam estar preocupados.
Para analistas norte-americanas de religião ouvidos pela reportagem, um conhecimento mais sólido poderia evitar conflitos no país, como a oposição dos nova-iorquinos à instalação de uma mesquita islâmica a duas quadras do marco zero, onde as Torres Gêmeas foram derrubadas por militantes da Al-Qaeda em 2001.
“Muitas discordâncias estão baseadas em erro”, diz a professora de Estudos Religiosos da Universidade de Boston Kecia Ali. “Às vezes as pessoas creem na mesma coisa e não sabem”, diz, citando como exemplo o fato de muitos cristãos americanos pensarem que os muçulmanos adoram um deus estranho, quando, pela teologia islâmica, seria o mesmo deus de Abraão e portanto de judeus e cristãos.
Entre os motivos para o desconhecimento norte-americano, Kecia aponta a falta de curiosidade. “Se nos consideramos melhores, não há necessidade de descobrir muito mais sobre outras nações e outras religiões”, critica.
A cultura de considerar a religião um tema sigiloso também é vista como um empecilho para o aprofundamento de conhecimentos religiosos. “A religião é um tabu nos EUA, algo de que as pessoas não falam. A não ser que seja para convencer alguém”, diz a professora de Estudos Religiosos na Universidade de Vermont Erica Andrus.
Ela acredita que esse padrão esteja aos poucos mudando, já que, em uma década de ensino universitário, a professora viu crescer o número de alunos que optam por classes sobre as religiões do mundo. Entre os jovens, Erica considera que a internet está servindo como divulgadora de novas realidades. Mas ela vê com cautela essa influência.
“Se você tem interesse em saber sobre uma determinada religião, acaba pesquisando só sobre o que já sabe”, pondera. Sem falar nas inexatidões e preconceitos espalhados pela web.
Para piorar, a pesquisa do Pew Center mostrou que quase a metade dos entrevistados comprometidos com um credo quase nunca lê um livro ou entra num site sobre sua religião, enquanto 70% quase nunca lê sobre outra religião.
Outros assuntos
Para os analistas, é preocupante que os entrevistados tenham ido mal também em perguntas sobre conhecimentos gerais de história, política, ciência e literatura. Por exemplo, quatro em cada dez não souberam dizer o nome do vice-presidente do Estados Unidos (Joe Biden).Fonte "Gazeta do Povo"
"Jorge Salles"
Caros Irmãos é impressionante o desconhecimento a cerca do próprio cristianismo inclusive no Brasil, por isso vemos esta vasta discordia sobre a verdade de Cristo, uns acham que isto pode outros acham que não, mas não se atentam para saber a verdade e o que o Biblia diz, procuram se convencer da conveniência.
Ex: Porque o Cristianismo saiu de Jerusalém pra se firmar em Roma? Como era o Cristianismo antes e depois de Roma? A Bíblia mostra claramente esta diferença, mas nem a Bíblia as pessoas gostam de ler, quanto mais outros livros.
Os 15 livros de religião mais vendidos em uma das maiores livrarias de Curitiba, quatro são norte-americanos. Muitas músicas, métodos de ensino e missionários que servem ao público cristão brasileiro também vêm dos EUA. Mas se há algo que os líderes eclesiásticos do país não querem copiar dos “gringos” é o nível de conhecimento dos fiéis.
Pesquisa do Pew Research Center divulgada nesta semana mostra que, apesar de os vizinhos do norte serem um dos povos desenvolvidos mais religiosos – 58% dos norte-americanos dizem que a religião é muito importante, contra 19% dos ingleses – muitos são desinformados sobre princípios, práticas, história e nomes de líderes da sua fé.
Saiba mais
Veja infográfico sobre nível de informação dos norte-americanosUma das descobertas mais impressionantes foi a de que 41% dos católicos entrevistados acreditam que a eucaristia é apenas um símbolo do corpo de Cristo, enquanto a doutrina da Igreja diz que a hóstia consagrada se transforma nele.
Entre entrevistados de todos os credos perguntados no primeiro semestre deste ano pelo Pew Center, apenas 16% apontaram o protestantismo como o ramo cristão que prega a salvação apenas pela fé. E nem a metade dos próprios protestantes (47%) identifica Martinho Lutero como o religioso que mais influenciou a Reforma – e isso numa pergunta de múltipla escolha.
Qual a finalidade de saber o tamanho do desconhecimento dos fiéis? “A religião é um dos fatores que moldam não só a cultura, mas também a política e as relações internacionais americanas, e por isso queríamos saber o que as pessoas realmente sabem sobre o tema”, disse à Gazeta do Povo Greg Smith, um dos responsáveis pela pesquisa.
Ele diz não ter conversado com líderes religiosos após a divulgação do estudo, mas acredita que devam estar preocupados.
Para analistas norte-americanas de religião ouvidos pela reportagem, um conhecimento mais sólido poderia evitar conflitos no país, como a oposição dos nova-iorquinos à instalação de uma mesquita islâmica a duas quadras do marco zero, onde as Torres Gêmeas foram derrubadas por militantes da Al-Qaeda em 2001.
“Muitas discordâncias estão baseadas em erro”, diz a professora de Estudos Religiosos da Universidade de Boston Kecia Ali. “Às vezes as pessoas creem na mesma coisa e não sabem”, diz, citando como exemplo o fato de muitos cristãos americanos pensarem que os muçulmanos adoram um deus estranho, quando, pela teologia islâmica, seria o mesmo deus de Abraão e portanto de judeus e cristãos.
Entre os motivos para o desconhecimento norte-americano, Kecia aponta a falta de curiosidade. “Se nos consideramos melhores, não há necessidade de descobrir muito mais sobre outras nações e outras religiões”, critica.
A cultura de considerar a religião um tema sigiloso também é vista como um empecilho para o aprofundamento de conhecimentos religiosos. “A religião é um tabu nos EUA, algo de que as pessoas não falam. A não ser que seja para convencer alguém”, diz a professora de Estudos Religiosos na Universidade de Vermont Erica Andrus.
Ela acredita que esse padrão esteja aos poucos mudando, já que, em uma década de ensino universitário, a professora viu crescer o número de alunos que optam por classes sobre as religiões do mundo. Entre os jovens, Erica considera que a internet está servindo como divulgadora de novas realidades. Mas ela vê com cautela essa influência.
“Se você tem interesse em saber sobre uma determinada religião, acaba pesquisando só sobre o que já sabe”, pondera. Sem falar nas inexatidões e preconceitos espalhados pela web.
Para piorar, a pesquisa do Pew Center mostrou que quase a metade dos entrevistados comprometidos com um credo quase nunca lê um livro ou entra num site sobre sua religião, enquanto 70% quase nunca lê sobre outra religião.
Outros assuntos
Para os analistas, é preocupante que os entrevistados tenham ido mal também em perguntas sobre conhecimentos gerais de história, política, ciência e literatura. Por exemplo, quatro em cada dez não souberam dizer o nome do vice-presidente do Estados Unidos (Joe Biden).Fonte "Gazeta do Povo"
"Jorge Salles"
Caros Irmãos é impressionante o desconhecimento a cerca do próprio cristianismo inclusive no Brasil, por isso vemos esta vasta discordia sobre a verdade de Cristo, uns acham que isto pode outros acham que não, mas não se atentam para saber a verdade e o que o Biblia diz, procuram se convencer da conveniência.
Ex: Porque o Cristianismo saiu de Jerusalém pra se firmar em Roma? Como era o Cristianismo antes e depois de Roma? A Bíblia mostra claramente esta diferença, mas nem a Bíblia as pessoas gostam de ler, quanto mais outros livros.
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